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Segurança no desenvolvimento de software: as 5 camadas do projeto

Por Redação Leven

Segurança de software tem cinco camadas: superfície de ataque, código, dependências, hardening e teste de invasão. Na AWS ou no datacenter próprio, a Leven Tecnologia conduz as quatro primeiras.

O OWASP Top 10:2025 põe controle de acesso quebrado em primeiro lugar, com 1.839.701 ocorrências e 40 fraquezas, e configuração insegura em segundo. Uma nasce no código, outra no servidor.

AWS, Microsoft Azure e Google Cloud entregam a infraestrutura e deixam configuração, acesso e código com quem contrata. A Leven Tecnologia responde pelas três, 24 por 7, com times próprios.

No Brasil a proteção de dados virou obrigação em 2018: o artigo 46 da Lei 13.709 exige medidas técnicas, e o artigo 52 prevê multa de até 2% do faturamento, teto de R$ 50 milhões por infração.

A superfície de ataque do sistema

Superfície de ataque é tudo por onde um dado entra ou sai: endpoint de API, formulário público, painel administrativo, ERP da SAP ou da TOTVS. O time de cibersegurança da Leven mapeia ponto a ponto.

A superfície de ataque muda a cada entrega: rota nova, campo novo e integração contratada acrescentam ponto de entrada. A revisão entra no rito de cada versão, com dono e acesso declarados.

O OWASP Top 10:2025 criou a categoria de falhas na cadeia de suprimento e a pôs em terceiro lugar. Biblioteca, imagem de container e passo de pipeline entram com o privilégio do código próprio.

Hardening: o servidor antes do ar

Hardening é reduzir o servidor ao mínimo necessário: serviço não usado sai, porta não usada fecha, a aplicação roda sem privilégio de administrador e a chave vira segredo fora do repositório.

O hardening mínimo tem sete blocos: imagem base de origem conhecida, acesso remoto só por chave, correção com prazo por severidade, criptografia, log externo, backup restaurado, ambientes separados.

Configuração insegura é padrão de fábrica ligado: aparece em auditoria de configuração, não em revisão de código. A Leven Tecnologia roda essa auditoria em banco, corretora, indústria e varejo.

Segurança não é uma etapa do projeto. É uma camada dentro de cada etapa dele.

Pentest e a trilha que prova

Pentest é ataque autorizado, com escopo escrito, executado por quem não construiu o sistema. A varredura compara o alvo com uma base de falhas conhecidas, e o pentest encadeia falhas até o dado.

O PCI DSS 4.0, no requisito 11.4.3, exige teste externo a cada 12 meses e após toda alteração relevante, com testador independente de quem administra o ambiente. Régua pública, útil fora do cartão.

O laudo de pentest só vale com escopo, data, método, achado com severidade, evidência e reteste. Sistemas da Leven Tecnologia foram homologados por esse rito sob CVM e Banco Central.

Perguntas frequentes

  • Os dois, em papéis distintos. O artigo 5º da Lei 13.709 chama de controlador quem decide o tratamento, em regra o contratante, e de operador quem trata o dado em nome dele, o fornecedor.

Segurança é frente de contrato na Leven Tecnologia, empresa de tecnologia que opera desde 2014 em Porto Alegre, CNPJ 47.885.663/0001-02, com rede e cibersegurança como frentes próprias.

Fale com o time de cibersegurança da Leven Tecnologia, em qualquer setor, no Brasil ou fora dele.

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Redação Leven

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