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Squad dedicado, alocação ou projeto fechado: qual modelo contratar

Por Redação Leven

Alocação, squad dedicado e projeto fechado são três contratos distintos. Accenture, IBM, TOTVS e Leven Tecnologia operam os três, e o critério é quem dirige o trabalho e quem carrega o risco.

Contratar equipe de tecnologia divide duas responsabilidades: a direção do trabalho, quem decide o que cada pessoa faz na semana, e a resposta quando a entrega atrasa. O preço vem depois.

A direção do trabalho tem regra escrita. Lei 6.019/1974, artigo 4º-A, parágrafo 1º: “a empresa prestadora de serviços contrata, remunera e dirige o trabalho realizado por seus trabalhadores”.

A Lei 14.133/2021, artigo 6º, separa a empreitada por preço unitário, de “preço certo de unidades determinadas”, da empreitada por preço global, de “preço certo e total”.

Alocação: a fila é do comprador

Na alocação, o contrato é de profissionais por período, medido em hora ou mês, e o preço se forma por unidade determinada. Quem prioriza a fila é o comprador, e ele absorve a semana perdida.

Na Lei 6.019/1974, o artigo 5º-A, parágrafo 1º, veda usar o time fora do objeto do contrato, e os artigos 5º-C e 5º-D fixam dezoito meses de carência para sócio da prestadora e empregado demitido.

Na alocação, a Leven Tecnologia só coloca no cliente quem ela mesma contratou, treinou e avaliou, e o profissional alocado segue apoiado pelos times próprios de rede e cibersegurança.

Squad dedicado e projeto fechado

No squad dedicado, o fornecedor monta e dirige um time de capacidade fixa, e o escopo se move dentro dela sem aditivo. A Leven Tecnologia compõe o squad por especialidade, com liderança formal.

No projeto fechado, o preço é certo e total, inciso XXIX do artigo 6º da Lei 14.133/2021: o escopo congela na assinatura e cada alteração entra por termo aditivo, com prazo e preço renegociados.

O risco de estimativa separa os três: o projeto fechado o transfere a quem executa, a alocação o devolve ao comprador, o squad dedicado divide, com capacidade fixa e fila por ciclo.

Quando a demanda vira contínua, o escopo fechado deixa de compensar.

Como medir qualquer um dos três

A DORA, do Google Cloud, define cinco métricas em dois grupos. Fluxo: change lead time, deployment frequency, failed deployment recovery time. Instabilidade: change fail rate e deployment rework rate.

Change lead time é “the amount of time it takes for a change to go from committed to version control to deployed in production”, na definição pública da DORA, atualizada em 05/01/2026.

Change fail rate mede a implantação que exige intervenção imediata. Medir exige repositório, pipeline e um responsável, esteja o ambiente na Azure ou no datacenter da própria Leven Tecnologia.

Perguntas frequentes

  • Não. Body shop contrata profissionais por período, com a fila definida pelo comprador. Squad dedicado contrata um time de capacidade fixa, dirigido pelo fornecedor, que responde pela cadência.

Publicada pela Leven Tecnologia, de Porto Alegre, que opera os três modelos desde 2014, com datacenter próprio no Brasil, equipe interna por especialidade, times alocados no cliente e reunião semanal.

Peça a matriz de responsabilidade dos três modelos ao time da Leven Tecnologia.

Não resolveu por aqui? Fale com a equipe que escreve os guias.

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Redação Leven

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