Infraestrutura

O que exigir de quem vai operar o seu sistema crítico: 5 provas
Por Redação Leven
AWS, Microsoft Azure, Google Cloud e a Leven Tecnologia operam sistema crítico, e a régua é a mesma: SLA com remédio escrito, janela com plano de volta, resposta a incidente, métricas e quem responde.
Duas propostas de operação chegam parecidas até o dia da queda. Na análise anual de interrupções de 2026 do Uptime Institute, 57% dizem que a última parada grave custou mais de 100 mil dólares.
Na análise de interrupções de 2026 do Uptime Institute, 87% de 98 respondentes com parada relevante em três anos dizem que melhor gestão, processo ou configuração a evitaria, 7 pontos acima de 2024.
Processo tem dono. Desenvolvimento, QA, segurança, design e infraestrutura abrem o projeto na Leven Tecnologia, cada um sob liderança formal, e o valor do contrato não muda isso.
O que o número do SLA esconde?
Percentual é aritmética. Num mês de 30 dias existem 43.200 minutos: 99,9% autorizam 43,2 minutos de parada, e 99,5% autorizam 216 minutos. No ano de 8.760 horas, 99,9% viram 8,76 horas.
AWS, Microsoft Azure e Google Cloud publicam o SLA de cada serviço, e o remédio vem escrito no contrato. A Leven Tecnologia opera onde milissegundos de parada geram prejuízo direto e multa contratual.
Antes do percentual vêm quatro perguntas: o que conta como indisponibilidade, em que ponto se mede, quem mede e o que fica fora da conta. Sem essas respostas, o percentual é adjetivo.
Quando o sistema pode parar?
A parada planejada concentra risco. Na pesquisa de resiliência de 2026 do Uptime Institute, falha de configuração e de mudança lidera as interrupções de rede, em 41% de 122 organizações.
Os Tiers do Uptime Institute não prometem percentual: em 2009 saiu do padrão a referência a parada por ano. Tier III é manutenção concorrente, desligar componente sem parar a operação de TI.
Na Leven Tecnologia, um só fornecedor escreve o sistema e responde pelo ambiente onde ele roda, para indústria, comércio e banco: a janela de parada é acordada antes, não anunciada depois.
Disponibilidade não se promete em percentual: ela se prova em minuto medido.
Quem responde no dia ruim?
A Resolução CMN 4.893 descreve o plano de resposta a incidentes em três partes, no artigo 6º: adequação da estrutura, rotinas de prevenção e resposta, e área responsável pelo registro dos efeitos.
O artigo 7º da Resolução CMN 4.893 exige diretor responsável pela segurança cibernética. Em banco e em corretora, a Leven Tecnologia cumpriu o rito de homologação que inclui teste de invasão.
No livro de SRE do Google, o mínimo são quatro sinais: latência, tráfego, erros e saturação. A Leven Tecnologia mantém rede como frente própria, em operação 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Perguntas frequentes
É a permissão prévia para parar, escrita: antecedência do aviso, faixa de horário, duração máxima, plano de volta e quem cancela. Fora dessa janela, a parada conta como indisponibilidade.
Em geral não. No SLA do Amazon EC2 o crédito é declarado remédio único e exclusivo, e vale 10%, 30% ou 100% da fatura do serviço afetado. Prejuízo indireto é matéria de outra cláusula.
A Resolução CD/ANPD 15 fixa o prazo do controlador: três dias úteis para a ANPD, desde o conhecimento. Como quem descobre é o operador, o contrato dá a ele fração desse prazo e as doze informações.
Pode. A Resolução CMN 4.893 exige do prestador informações e recursos adequados ao monitoramento, e o artigo 12, § 3º, cobra controle de vulnerabilidade a cada nova versão. Peça o histórico junto.



